Freis fazem a profissão de fé solene no Santuário

A profissão de fé não é o fim, mas o início de uma nova caminhada e da missão de ser Cristo.

Texto: Patrícia Gomes

Fotos: Luciano Cardoso

 

O Frei Gilberto presidiu a celebração da profissão perpétua dos Freis Alex Maria, Rafael Maria, Flávio Vinícius e Altair Santos. Em sua homilia, o Frei destacou que os nove anos de formação dos freis foram necessários para se ter clareza e discernimento vocacional. Não é uma decisão que tira a liberdade, tomada por obrigação ou impulso, mas é uma decisão que flui profundamente dos corações.

Os votos são base e pressupostos para inserção na comunidade religiosa. A fraternidade será a grande missão a partir dos votos dos freis e a vida poderá lhes impor diversos desafios, porém a graça de Deus é maior que tudo. A fé, a esperança e a caridade devem ser alimentos na vida dos frades. A vida religiosa se baseia no sacrifício santo, que não anula a vontade livre de cada um. Os votos são uma opção consciente dos frades que conheceram os valores humanos e espirituais.

Os frades foram orientados por um sacerdote, que é o representante da Igreja. A Santa Igreja é aquela que ajuda a discernir o caminho e dá as condições e os pressupostos para dizer sim ao Senhor. “A profissão de fé não é o fim, mas o início de uma nova caminhada e da missão de ser Cristo para uma sociedade perdida e carente do amor de Deus”, finalizou o Frei.

No processo de formação para ser um frade menor conventual, a pessoa tem um momento determinante que é o primeiro ano de noviciado. Nesse primeiro ano, há a primeira profissão dos votos religiosos de castidade, obediência e pobreza, segundo os carismas de São Francisco. Esses votos vão sendo renovados, a cada ano, por no mínimo três anos e no máximo nove anos anos, até que a pessoa queira fazer esses votos por toda a vida. A celebração do último sábado (10/07) foi um momento no qual os quatro frades, depois de terem renovado os votos por um ano por algumas vezes, chegaram à conclusão que estavam maduros para vivê-los por toda a vida. E o ministério provincial por meio do Frei Gilberto os acolheu e assim eles passaram a fazer parte do Instituto Religioso.

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