A esperança nunca morre, nunca decepciona

Esperar em Deus não é ficar de braços cruzados: uma mulher grávida, por exemplo, fica ainda mais atenta aos sinais do seu corpo enquanto espera. Vive um espera vigilante.

Texto: Patrícia Gomes

Fotos: Luciano Cardoso

Mensagem Litúrgica

Data: Domingo -14/11/21

Celebrante: Frei Cristiano

Primeira Leitura (Dn 12,1-3)
Responsório (15/16)
Segunda Leitura (Hb 10,11-14.18)
Evangelho (Mt 13,24-32)

A liturgia deste domingo nos alerta para a segunda vinda do Senhor e ela é toda no sentido de nos ajudar a preparar para esse acontecimento. Ninguém sabe quando Ele virá, portanto, devemos vigiar e orar. Nós católicos somos chamados a ficar atentos, pois muitas vezes vigiamos coisas desnecessárias, mas não estamos atentos aos sinais de Deus. Aquele que confia no Senhor tem suas forças renovadas e a vigilância se baseia na confiança em Deus. Quantas pessoas já desistiram e deram por finalizada a sua vida? E nós? Estamos a todo tempo buscando uma graça, um milagre ou estamos vivendo bem o milagre do dia de hoje que nos é dado como presente por Deus?

Os santos entenderam que as coisas acontecem no tempo oportuno e devemos aprender isso com eles. Essa espera precisa ser alimentada pela esperança que, para nós cristãos, não morre, não decepciona. Esperar em Deus não é ficar de braços cruzados: uma mulher grávida, por exemplo, fica ainda mais atenta aos sinais do seu corpo enquanto espera. Vive um espera vigilante. Estamos muitas vezes numa esperança infrutífera.

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