45 anos da chegada de Dom Frei Agostinho: estudantes visitam o Museu do Missionário da Amazônia

Celebrando os 45 anos da chegada de Dom Frei Agostinho ao Brasil, no dia 16 de outubro, a comunidade de Juruá (AM) organizou uma visita ao Museu dedicado ao fundador da Província São Maximiliano Kolbe. Reformado recentemente pelo Frei Flávio Amorim (OFMConv.), foram recebidos no museu os estudantes de diversas escolas da cidade.

A visita que era iniciada no memorial Dom Frei Agostinho, passava também pela Casa de Presépios, local onde são expostos presépios da coleção pessoal do Frei Flávio e também algumas obras preparadas pela própria comunidade da Paróquia Nossa Senhora de Fátima.

Por último, os estudantes visitavam o túmulo do Missionário da Amazônia. O museu foi inaugurado na última quinta-feira, 14, ocasião em que o novo Ministro Provincial, Frei Gilberto de Jesus (OFMConv), esteve em Visita Fraterna às presenças de nossa Província na Missão Amazônia, passando pelas cidades de Juruá, Manaus e Tefé.
Estudantes acompanhados pelo Frei Flávio ao fim da visita, no túmulo de Dom Frei Agostinho.

Dom Frei Agostinho

Agostinho Januszewicz chegou ao Brasil no dia 16 de outubro de 1974 para fundar a atual a Província São Maximiliano do Brasil. Inicialmente, desembarcou no Rio de Janeiro e em seguida, no ano de 1975, acompanhado de outros 4 missionários poloneses (Freis Marcos Ignaszewski, Frei Eusébio Wargulewski, Francisco Kramek e Edmundo Grabowieck) foi para a cidade de Uruaçu, em Goiás.

Sendo pioneiro na evangelização na área que ia de Luziânia a Valparaíso de Goiás, Dom Frei Agostinho fundou, em 1983, a então Custódia São Maximiliano Kolbe no Convento da Imaculada Conceição (Jardim da Imaculada). Lá, ele instituiu também a Revista Cavaleiro da Imaculada que era confeccionada no próprio convento e enviada a todo o Brasil.

Foi ordenado em 1989 pela Sé Apostólica como o primeiro bispo da recém-criada Diocese de Luziânia. Completando 30 anos de missão no Brasil, em 2004, ele renuncia ao ministério pastoral da Diocese e, no ano seguinte, inicia a Missão Amazônia na região de Juruá. Lá, ficou até o encontro com a Irmã Morte corpórea, em 20 de março de 2011.

Fonte: franciscano.org.br/comunicacoes/noticias/

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